Hugo Amador // Fotógrafo de Natureza
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Hugo Amador nasceu e vive atualmente no Porto. Formou-se em Pintura na Faculdade de Belas Artes do Porto, mas como consequência da sua atividade profissional, enquanto vendedor de equipamentos fotográficos, acabou por encontrar na Fotografia a sua tela e mais tarde, na natureza, a sua inspiração. Através das suas imagens, procura inspirar o próximo e sensibilizar para a importância de preservar o nosso património Natural. A sua presença no mundo da fotografia de Natureza passa pela participação em várias exposições fotográficas, individuais e coletivas, mas também pela presença nos pódios dos principais concursos de fotografia nacionais.
Sílvia Ribeiro // Médica e Fotógrafa de Natureza
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Silvia Ribeiro nasceu em Évora. Médica, especialista em Nefrologia exerce funções de Diretora Clínica na Unidade de Hemodiálise da Diaverum de Entrecampos. A sua paixão pela fotografia começou em 2013 com a sua primeira viagem à Tanzânia e ao Quénia. Começou a sua jornada fotográfica com vários workshops, clubes fotográficos, cursos e organizações fotográficas. Durante os últimos 10 anos, sempre que possível, continuou a sua jornada visual explorando essencialmente países de África. É o seu amor pela natureza e vida selvagem, nomeadamente pelas espécies ameaçadas, que a leva a contar histórias que transmitam emoções através da imagem.
Jaime Culebras // Investigador e fotógrafo de conservação
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Nascido em Cáceres, Espanha, Jaime Culebras é investigador e fotógrafo de conservação. É cofundador da Photo Wildlife Tours, uma empresa de ecoturismo que organiza e apoia viagens de natureza e investigação em mais de 10 países. Liderou inúmeras expedições e a sua investigação inclui dezenas de artigos científicos sobre conservação, ecologia, biogeografia, redescoberta de espécies, sistemática e taxonomia, incluindo a descrição de 14 novas espécies de anfíbios. Jaime Culebras tem um interesse especial em justiça social e ambiental, concentrando o seu trabalho fotográfico em espécies e ecossistemas ameaçados. As suas fotografias foram publicadas em diversos livros e revistas, incluindo a National Geographic e a BBC, tendo também ministrado palestras e workshops em vários países. Recebeu mais de 50 prémios internacionais de fotografia e conservação, incluindo World Press Photo, Wildlife Photographer of the Year e GDT European Wildlife Photographer of the Year. Devido ao seu trabalho na conservação da rã-arlequim, foi um dos protagonistas do episódio "Heróis" da popular série sobre natureza Planeta Terra III, narrada por David Attenborough. Também é investigador da Fundação Condor Andino, que trabalha na conservação da biodiversidade equatoriana; consultor de comunicação da Amphibian Survival Alliance, contador de histórias da Re:wild e da Atelopus Survival Initiative, e membro do Explorer Club.
Sascha Fonseca // Fotógrafo de vida selvagem
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Sascha Fonseca é um fotógrafo de vida selvagem especializado em câmaras DSLR e mirrorless com armadilhas fotográficas para revelar a vida íntima de alguns dos animais mais esquivos do mundo. Nascido na Alemanha, com ascendência portuguesa e atualmente a viver no Dubai, já trabalhou em regiões remotas e exigentes: de África aos Himalaias, da Ásia Central à taiga gelada do Extremo Oriente russo. O seu fascínio pela natureza começou na infância, mas a sua grande oportunidade na fotografia surgiu em 2018, quando começou a utilizar armadilhas fotográficas para fotografar tigres-de-bengala à noite, nos arredores da Reserva de Tigres de Ranthambhore, na Índia. Sascha foi um dos primeiros fotógrafos a utilizar com sucesso armadilhas fotográficas com câmaras DSLR para fotografar tigres-de-bengala selvagens à noite na Índia, e os seus primeiros resultados ajudaram a popularizar esta técnica entre um público mais vasto. É especialmente fascinado por grandes felinos, como leopardos-das-neves e tigres-siberianos, que vivem em ambientes extremos. As suas armadilhas fotográficas permitem captar retratos íntimos e ao nível dos olhos, impossíveis de obter de outra forma. O seu trabalho premiado conquistou reconhecimento internacional. Em 2022, Sascha ganhou o prémio de Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano — Prémio Escolha do Público do Museu de História Natural de Londres e o prémio de Fotógrafo de Natureza do Ano — Categoria Mamíferos. Em 2023, tornou-se o primeiro fotógrafo não russo a vencer a Categoria Vida Selvagem na competição anual da Sociedade Geográfica Russa. As suas imagens foram publicadas por importantes órgãos internacionais, incluindo a National Geographic, BBC e GEO, bem como em aclamados livros de conservação, como The New Big 5, Remembering Leopards e Remembering Tigers.
Daniel Santos // Biólogo, fotógrafo e videógrafo de vida selvagem
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Daniel Santos é um biólogo, fotógrafo e videógrafo de vida selvagem, natural de Gondomar, com uma paixão de longa data pela natureza. Em 2015 terminou a licenciatura em Biologia na Universidade do Porto e em 2017 terminou o mestrado em Biodiversidade, Genética e Evolução pela mesma instituição. Foi durante este período que descobriu na fotografia, uma forma de expressão que rapidamente se tornou uma poderosa extensão do seu fascínio pela natureza. Atualmente, Daniel combina a biologia com a fotografia e o vídeo para contar histórias impactantes sobre o mundo natural. O seu trabalho está profundamente enraizado na conservação, com o objetivo não só de revelar a beleza da natureza, mas também de sensibilizar para os desafios ecológicos que o planeta enfrenta. Seja através de fotografia ou vídeo, procura criar narrativas envolventes que promovam uma ligação mais profunda com o ambiente, dando voz aqueles que não a têm.
Tiago Mateus // Engenheiro, fotógrafo de natureza
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Tiago Mateus nasceu em Lisboa em 1981 e vive atualmente em Almada. Formou-se em Engenharia e concluiu um mestrado em Ciência dos Materiais, área na qual trabalha há vários anos em investigação e desenvolvimento. Desde cedo, porém, cultivou uma ligação profunda à natureza, ao mar, à floresta e às paisagens que o rodeavam. Foi dessa relação que surgiu a fotografia, primeiro como forma de registar passeios e caminhadas, e rapidamente como uma paixão que se transformou em vocação artística. Em 2019 iniciou o seu percurso profissional enquanto fotógrafo de natureza, colaborando num projeto de cinema de animação. Nos anos seguintes desenvolveu vários projetos fotográficos pessoais, entre os quais se destacam BRUME, criado nos bosques do Parque Natural de Sintra-Cascais, e Pinus Pinea, dedicado ao pinheiro-manso e às matas atlânticas onde a espécie resiste. Este último projeto deu origem à série fotográfica Carvão, que em 2023 conquistou o primeiro lugar na categoria “Projeto do Ano” dos Natural Landscape Photography Awards. No mesmo ano recebeu também o prémio “Generg – Fotógrafo de Natureza do Ano” no Festival INSITU, distinção que viria a repetir em 2025 ao vencer o grande prémio “Total Energies – Fotógrafo de Natureza do Ano”. Para além da criação artística, Tiago é membro de um coletivo editorial composto por oito fotógrafos portugueses responsáveis pela revista de fotografia, arte e natureza Perspetiva, onde assina a coluna “Natureza a Carvão”, dedicada à fotografia a preto e branco. Divide o seu tempo entre a costa atlântica portuguesa, a cordilheira Cantábrica e as ilhas Canárias, em Espanha, explorando a luz, as emoções e as aventuras que cada paisagem lhe oferece. A sua linguagem visual, muitas vezes monocromática, retrata frequentemente o diálogo entre a natureza e a singularidade das emoções e sensações humanas. Hoje, para além da produção fotográfica, Tiago partilha conhecimento através de workshops e palestras, contribuindo para inspirar outros fotógrafos e reforçar a importância da relação entre arte, natureza e sensibilidade artística.
Carlos Pontes // Fotógrafo de natureza
www.instagram.com/carlos_pontes_photography/
Carlos Pontes, a par com a conservação tem na fotografia de fauna selvagem a sua verdadeira paixão. Natural de Ponte da Barca, vila com grande parte da sua área inserida no Parque Nacional Peneda Gerês, permitiu-lhe desde criança, ter um contacto direto e próximo com a natureza. A fotografia é obviamente uma paixão sem discussão, desde muito novo começou a admirar o mundo das máquinas fotográficas e a forma como congelam momentos, mas o autor considera-se acima de tudo um naturalista apaixonado que retrata o mundo natural para sensibilizar, dar a conhecer e naturalmente preservar. Com alguns prémios em concursos de fotografia nacionais e colaborações na revista National Geographic, nos últimos anos tem dedicado mais percentagem de tempo ao video e documentário. Colaborou em imensos documentários de natureza em Portugal e filmes de cinema para o estrangeiro com destaque para Dehesa – el bosque del lince ibérico e outro mais recente para a NHK televisão publica do Japão em colaboração com uma produtora inglesa, um filme sobre as Arribas do Douro e o Parque Nacional Peneda Gerês. Conhecer Carlos Pontes é perceber que o seu “ADN” é marcado pelas serras e os animais, particularmente o lobo- ibérico. Desde muito jovem que vê lobos em estado selvagem mas aos vinte anos, um encontro inesperado e triste com este ser, aguçou a sua curiosidade pela espécie e desde então, nunca mais parou de a documentar.
Nuno Cabtrita // Fotógrafo de natureza
www.nunocabrita.com
Para Nuno Cabrita, o processo fotográfico é encarado como um escape, como o tempo que lhe é concedido apenas para si, durante o qual, ao seu ritmo, é permitido desligar-se de um mundo que é vivido demasiado depressa. Toda a sua vida foi passada em ambiente urbano, contudo, desde muito novo, lhe tenha sido proporcionado o privilégio de estar em contacto com o mundo natural — fator que, certamente, foi responsável por moldar a forma como o que o rodeia é observado e sentido por si. Os verões em casa dos avós são recordados, quando as árvores eram subidas para que os pássaros fossem observados mais de perto, ou quando os pirilampos eram vistos ao crepúsculo. Primeiro é o sair, o estar lá, observar o que existe e passa, só depois é que vem a fotografia. O processo foi natural e de certa forma inevitável, pois guiado pela curiosidade que nutre pelo meio natural e seus seres, teve a necessidade de os passar a registar. O aspeto estético da imagem é o que mais lhe importa. É apaixonado por capturar todo o espectro do mundo natural que o rodeia. Em vez de se estabelecer num nicho, procura inspiração tanto nas paisagens mais vastas como nos detalhes e animais que as compõem. Dá sempre primazia à luz e à sua qualidade, onde um animal em comunhão com o seu ambiente é o que lhe chama a atenção.